sexta-feira, 26 de abril de 2013

Futuro

Já quis aprender a tocar violão. Tentei durante algum tempo, mas desisti momentâneamente. Talvez no futuro eu recomece as aulas. Talvez no futuro eu faça tanta coisa. As vezes é dificil dormir de tantos pensamentos na minha mente. Quase todos relacionados ao futuro.

Como pode algo que nem mesmo chegou a acontecer tirar tanto o nosso sono, ser tão presente em nossa vida? A verdade é que tudo o que fazemos afeta nosso futuro. As vezes de imediato; as vezes a longo prazo. Mas cedo ou tarde você vai colher na horta da vida as sementes plantadas lá atras.

Claro que nada esta totalmente no nosso controle. Quando menos esperamos acontece alguma coisa que muda todos os seus planos, e automaticamente o seu futuro. Mas o legal mesmo é quando alguém muda isso.

Desilusões todos temos durante a vida. O que nos torna mais cautelosos e sábios para saber que o cuidado é sempre necessario. O medo também é válido e protetor. Mas sempre temos que considerar deixar a porta aberta para alguem entrar e mudar tudo o que pensamos pro futuro. As vezes nos achamos um desastre na carreira ou no amor.. Quando na verdade nao nos foi apresentada a carreira correta, ou o amor verdadeiro.

O tempo é que vai dizer o que é certo ou errado durante nossas escolhas na vida. De novo o futuro na nossa historia. O amanhã, esse eterno objetivo de vivermos hoje pode nos trazer coisas maravilhosas, mais até do que imaginamos. O segredo está em nunca desistir de si mesmo.

E o que eu quero do futuro alem de aprender a tocar violão? Já nem sei mais. Eu prefiro viver como  está escrito em Mateus 6:34: BASTA A CADA DIA O SEU PROPRIO MAL

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Quem é viva..

Diz o ditado que 'quem é vivo sempre aparece'. Quem apronta complementa com '...sempre aparece na hora errada'... e quem apenas vive e deixa viver complementa com '... sempre aparece e é muito bem vinda'.  Coloca ai uns dez anos que nao nos vemos, e quase nada mudou. Diz você que o cabelinho está mais arrumado. De fato, foi elogiado até pela minha mae. Pra mim continua a mesma pessoa, que eu reconheceria hoje, amanha ou daqui a dez anos. Perdi a conta de quantas vezes te vi na praça do Rio Comprido com o uniforme da Fundação bradesco, com o mesmo cabelinho mega arrumado, enquanto eu voltava da Jenny Gomes com meu uniforme sujo do futebol. E de repente, mesmo de óculos escuro, no onibus escuro e a noite ainda por cima, eu te reconheço, lá no fundo, ao lado da inseparavel irmã. Não tenho duvidas que isso vale mais do que um solitário de brilhante. E quando eu estiver sambando muito, vou lembrar que quem é vivo nunca some. Tá sempre logo ali esperando o momento certo pra aparecer.

Fim. Ou recomeço. Sei la.

Arthur R. Figueiredo